quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Determinação


Momentos, ai os momentos.. Passageiros ou lentos, que complicação. Vivo ao lado da minha fiel companheira, a consciência de quem nunca espera, mas vejo que sou ansiosa quando o assunto é instante. As pessoas complicam e os momentos confundem, eu não consigo entender como sobrevivo entre os tempos. O passado me faz pensar, o presente me prende e o futuro me assusta. Tenho certeza e tenho dúvida, não dá pra saber ao certo, só sei que eu vou indo. No meio de tanta situação estranha, deixo minhas atitudes falarem por mim, e algumas vezes não entendo as dos outros. Acredito na força e na ousadia, mas prefiro manter meus pés nos chão, mesmo que seja só em palavras, né? Menina-mulher, posso me considerar assim, eu tenho a inocência de uma criança perdida, e aquela maturidade que a vida oferece a cada ano que passa. Queria muito a facilidade do meu mundo ser igual o da Disney e que os meus sonhos se realizassem. Quando eu digo que "conto de fadas" é o que eu preciso, a realidade teima em me provar o contrário. E daí? Não tem jeito mesmo. A gente tem que crescer, sempre, de todas as formas e todos os jeitos. Cobram uma vez, cobram duas vezes, cobram até sufocar. Eu aguento até o limite do incerto, que coisa, não? Ainda não cheguei a uma conclusão sobre o que eu desejo e o que desejam para mim. Só não quero quebrar a cara mais do que ser feliz. A determinação é essa: FELICIDADE em primeiro plano.

Por Eduarda Iannuzzi

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jornalismo esportivo de saias


Uma ascensão que vem acontecendo rapidamente

A luta feminina por espaço no “mundo” esportivo não é atual. A história polêmica da participação das mulheres nos esportes é tão antiga quanto os Jogos Olímpicos da Grécia, onde só os homens competiam e as mulheres nem mesmo assistiam aos jogos. O grande problema é conseguir vencer essa batalha e deixar de lado a discriminação ainda existente nesse meio.

A partir do momento em que, Claudia Carceroni, a primeira ciclista do sexo feminino, participou dos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992, algumas mudanças repercutiram diretamente nos programas esportivos da telinha. As mulheres vieram para soltar o verbo; começaram a entender de basquete, rali, fórmula 1 e futebol. Aos poucos conseguiram mostrar suas habilidades que muitos não conheciam.

"... O que é uma mulher? Eu lhes asseguro, eu não sei. Não acredito que vocês saibam. Não acredito que alguém possa saber até que ela tenha se expressado em todas as artes e profissões abertas à habilidade humana".
Virginia Woolf

Diante disso, as mulheres nunca mais ficaram para trás, pelo contrário, cada vez mais estão se comportando como verdadeiras profissionais na área esportiva, principalmente no futebol: “Na verdade, eu decidi fazer Jornalismo pra trabalhar com esportes. É o que eu queria há cinco anos quando eu comecei a faculdade e é o que eu quero hoje”. Explica Thais Marques dos Santos, 23 anos, formada em Comunicação Social/Habilitação em Jornalismo, pela Universidade de Sorocaba, São Paulo.

Experiente cobrindo times do Rio no site do Nilson Cesar, ela diz ter sido bacana, mesmo que de longe, e ressalta que para ser jornalista esportiva é necessário largar o “clubismo”: “Aprendi a falar sobre Flamengo, Vasco e Botafogo e não só de Fluminense, e aprendi a ser imparcial também, que em minha opinião, é o que falta no jornalismo esportivo de hoje, em todos os veículos”.

Em geral, aquelas que estão à frente do jornalismo esportivo não deixam de fazer parte do imenso grupo de amantes e praticantes femininas de esportes. “As mulheres que trabalham no Jornalismo Esportivo estão mostrando que merecem estar onde estão. A área já não é tão masculina como antes, e sempre estão aparecendo novas mulheres fazendo grandes reportagens”, diz Thais. Apesar desse avanço, ela alerta: “O preconceito ainda existe, infelizmente, e eu ainda penso que vai perdurar por muito tempo, por isso as mulheres precisam provar muito coisa ainda, mas acredito que estamos no caminho certo.”

A Jornalista afirma que para “entrar na esportiva”, é preciso ter punho forte e muita determinação: “E um fato que me marcou muito foi na hora de entrevistar o Celso Roth, treinador do Vasco. Eu olhei pra ele e vi todos aqueles homens ao redor dele, perguntando, questionando e eu pensei em uma forma de chegar até ele porque eu precisava entrevistá-lo. Pra mim foi um desafio, porque eu era a única mulher no meio deles, e eu tive que chegar mesmo, empurrando um pouquinho daqui, até que conseguir falar com o Roth. Fiquei super aliviada.”

Para as mulheres, sempre foi difícil conquistar cargos em que os homens dominam. Porém, na atualidade, conseguir ultrapassar esses obstáculos está sendo uma tarefa árdua com resultados gratificantes. Caso deixem as “pressões” de lado, Thais ainda espera que elas possam chegar mais longe: “Algumas jornalistas são famosas, dão furos de reportagem, já garantiram seu espaço dentro do Jornalismo Esportivo, mas eu ainda gostaria de ver uma mulher sendo comentarista de futebol, por exemplo. Não somente apresentando um programa ou sendo repórter de campo.” Não há nada que as mulheres sejam proibidas de fazer, ainda mais quando é um prazer exercer o dom na profissão escolhida. A participação feminina no esporte e a credibilidade do jornalismo esportivo estão nas mãos delas.


Por Eduarda Iannuzzi

domingo, 4 de setembro de 2011

Expressão de vida


Esses acontecimentos que dão nó na sua cabeça e os pensamentos se complicam na sua realidade. Os sonhos querem reagir na certeza do "acredite", mas você vai contra o seu outro eu. Metade humana que possui um coração super empolgante que está pronto para qualquer "eu te amo"; outra metade que é safada, uma pedra fria que está pronta para qualquer mentira. Quantas confusões existem dentro de uma mulher que já viu tanta coisa, já passou por tantos "limites", porém, quer sempre viver mais, viver o novo. Essa sou eu, um dia ótima, outro dia no abismo. Quero saltar a tristeza, quero pular na felicidade, quero mergulhar no impossível e quero respirar aquela sensação de realização. Que difícil! Quanta coisa está por vir, eu sei... A única alternativa é ter força diante de tudo. Um dia eu tenho vontade, outro dia eu canso. Que loucura insaciável de esperar. Perco-me nas dúvidas e me acho numa resposta plausível, mas depois tudo se enrola e me vejo sem rumo novamente. Tensão, preocupação, alívio, renovação... E tudo isso vai girando numa velocidade tão brusca que penso estar numa montanha russa sem o botão de "desligar". Quero alguma coisa, alguém, sei lá... Que me mande para um parque fora de mim, onde eu possa compartilhar todas essas emoções e possa comprar fichas com a garantia de uma boa diversão. Mas sem palhaços, por favor...


Por Eduarda Iannuzzi

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A inconstante maneira de ser


Perco-me na minha inconstância. Sou alegre, mas há momentos em que sou triste, poucos e rápidos, mas acontece. Em frações de segundos eu me desdobro, me viro do avesso e crio outra personalidade. Será? Não quero chamar de personalidade e sim, um novo eu, fica menos dramático, digamos assim. Mudo de humor de uma hora para outra como se o mundo fosse acabar "ontem". Depois, da mesma forma que a depressão me amarra, vem aquela sensação de que sou a mulher mais feliz do mundo. Quem entende? Ah, são coisas de mulher.. Sei que todas sofrem desse "mal". Quero matar em um dia, quero amar em outro e depois eu quero morrer de amor pela eternidade. Dá para entender? Não. Respondo com convicção porque nem eu mesma me entendo, e garanto, nenhuma de nós. Mesmo assim, exigimos que os homens nos entendam.. SIM! Nós temos os nossos dilemas e não teria graça se fosse diferente. Dos homens aos drink's, do amor ao desamor.. E por aí vai. A vida é feita de conversas entre amigas para que possamos compartilhar a mesma decepção, a mesma mágoa, a mesma alegria e a mesma diversão. Tudo isso com o mesmo objetivo: O de ser feliz.

Não me venha com "happy endings" porque de sapo já basta o príncipe.


Por Eduarda Iannuzzi

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Para sempre apaixonada


Quando achamos a certeza na vida, ela começa a sofrer mudanças fora do nosso alcance. Nós tentamos conviver e compartilhar momentos, atitudes, palavras e sentimentos de forma que cada detalhe consiga unir todos os sentidos do verbo superar. Os males estão aí para que possamos jogar contra eles, mas quem disse que sabemos a fórmula do combate? Na maioria das vezes não sabemos como acolher o "game over" para situações desesperadoras. A certeza que temos é que devemos lutar apesar das consequências. Não há regras para mover nossos caminhos e para chegarmos ao auge da felicidade, apenas existe o tempo como nosso melhor amigo. Antes eu me queixava de como a minha vida era tão inconstante, hoje eu contesto o motivo pelo qual ela é inconstante. As emoções e o amor parecem que deram um nó mais que amarrado. A tristeza teima em me achar, mas o diferencial é que eu não faço questão de procurá-la. Entre os deslizes dos acontecimentos, há o encanto das esperanças. Não preciso me acorrentar em meras palavras de conforto, porque minha mente está aprendendo a cada passo de minhas experiências. Quando penso que já sei todo o meu futuro, o presente me surpreende e o passado retorna a todo vapor. Dói? Sim, sufoca, mas passa. Nem sempre os amores, mas, quase sempre, as mágoas. Independente das angústias, o amor estará sempre sorrindo para mim. Amar não é uma tarefa fácil, viu? Mas posso afirmar que sou uma amante daquelas que sofrem até o limite dos limites. Afinal, existe sentimento mais apaixonante?


Por Eduarda Iannuzzi

quinta-feira, 21 de julho de 2011

CENTO E NOVE ANOS!


Parabéns ao grande clube do meu coração: Fluminense. São 109 anos (39.785 dias) comemorados com marcas de uma história singular. Fundado em 21 de julho de 1902, pioneiro do futebol no Rio de Janeiro, agradecemos ao "Flu" por carregar o "zão" desse grande esporte! Como já dizia a música: "Somos mais antigos que o Cristo!" Valeu, Oscar Cox! A importância desse gigante é algo imensurável. A sensação de tantos anos de glórias e vitórias mil não pode nunca ser demonstrada em meras palavras. É aquela sensação de derrotas amargas e vitórias ímpares, do caos à liderança, em que só esse clube é capaz de proporcionar. A torcida mais bonita do Mundo abraça o orgulho de torcer pelo clube mais amado do Brasil. Juntos, somos chamados de guerreiros e essa união transforma o nosso escudo cada vez mais tricolor! "A paz, a esperança e o vigor unido e forte pelo esporte, eu sou é tricolor". O sangue verde, branco e grená correndo em nossas veias é o que faz nosso enorme poder clubístico... É fascinante o modo em que o meu, o seu, o nosso coração acelera! A pulsação é vibrante!

Tenho que agradecer a minha família por me mostrar o caminho das três cores que traduzem tradição! Escolhi ser tricolor pelo resto da minha vida. "O Fluminense é a impessoalidade que eu mais amo nessa vida!" A cada momento que transpareço essa minha felicidade, observo que a melhor coisa que Deus me deu foi a honra de ser tricolor com muito prazer! Minha vida é direcionada ao compasso dessa paixão e o foco será esse até o fim. O Fluminense me domina sem chances de soltar... "Clube que me faz feliz, a sua raiz faz parte da minha vida!"

E mais uma vez, Feliz Aniversário ao meu amigo mais antigo!


Por Eduarda Iannuzzi






domingo, 3 de julho de 2011

É o argentino mais amado do Brasil!


Já caiu a ficha? Talvez nunca cairá...



Quem não conhece esse baixinho chamado Conca? Quem nunca parou para ver seus lances, dribles e jogadas magníficas? Quem nunca quis tirar uma foto com ele? Quem nunca quis tê-lo no time? Ele ficou marcado e assim permanecerá pra sempre. Esteve em todos os momentos importantes, desde os mais tranquilos aos mais tensos, e o Fluminense só tem a agradecer por tudo que ele fez. Quando a torcida tricolor precisava (e até quando não precisava), o maestro aparecia! (2008, 2009, 2010...) Esse argentino fez história, não só no Fluminense, como no Brasil inteiro. Quem não ficará com saudades de gritar e cantar "OLÊ OLÊ OLÊ OLA.. CONCA, CONCA"? Não importa o que acontecer (ou já aconteceu, né?), a torcida tricolor sempre será apaixonada por esse jogador que iluminava nossos corações e nos dava esperanças para lutar. Querendo ou não, ele era MEIO time. Um jogador que teve mais altos do que baixos, um jogador que mesmo não dando o seu melhor, nunca deixou o time de lado. Insubstitível é o adjetivo que mais se encaixa nesse momento.

É muito ruim darmos um "Até breve", assim, obrigados. Porém, digo em nome de cada tricolor: Desejamos ao pequenino tudo de bom que a vida possa lhe oferecer, por que ele merece. Se esse foi o caminho traçado, que seja com o objetivo de TOTAL felicidade.

Eu sei que o dinheiro não se compara ao nosso amor, e tenho certeza que o Conca também sabe.. Por isso, acredito que um dia ele voltará para nos abraçar de novo!


"VAI JOGAR BEM ASSIM LÁ NA CHINA"


Gracias Conca.. Nunca te olvidaremos! Fue el mejor del equipo!



Por Eduarda Iannuzzi