quinta-feira, 21 de julho de 2011

CENTO E NOVE ANOS!


Parabéns ao grande clube do meu coração: Fluminense. São 109 anos (39.785 dias) comemorados com marcas de uma história singular. Fundado em 21 de julho de 1902, pioneiro do futebol no Rio de Janeiro, agradecemos ao "Flu" por carregar o "zão" desse grande esporte! Como já dizia a música: "Somos mais antigos que o Cristo!" Valeu, Oscar Cox! A importância desse gigante é algo imensurável. A sensação de tantos anos de glórias e vitórias mil não pode nunca ser demonstrada em meras palavras. É aquela sensação de derrotas amargas e vitórias ímpares, do caos à liderança, em que só esse clube é capaz de proporcionar. A torcida mais bonita do Mundo abraça o orgulho de torcer pelo clube mais amado do Brasil. Juntos, somos chamados de guerreiros e essa união transforma o nosso escudo cada vez mais tricolor! "A paz, a esperança e o vigor unido e forte pelo esporte, eu sou é tricolor". O sangue verde, branco e grená correndo em nossas veias é o que faz nosso enorme poder clubístico... É fascinante o modo em que o meu, o seu, o nosso coração acelera! A pulsação é vibrante!

Tenho que agradecer a minha família por me mostrar o caminho das três cores que traduzem tradição! Escolhi ser tricolor pelo resto da minha vida. "O Fluminense é a impessoalidade que eu mais amo nessa vida!" A cada momento que transpareço essa minha felicidade, observo que a melhor coisa que Deus me deu foi a honra de ser tricolor com muito prazer! Minha vida é direcionada ao compasso dessa paixão e o foco será esse até o fim. O Fluminense me domina sem chances de soltar... "Clube que me faz feliz, a sua raiz faz parte da minha vida!"

E mais uma vez, Feliz Aniversário ao meu amigo mais antigo!


Por Eduarda Iannuzzi






domingo, 3 de julho de 2011

É o argentino mais amado do Brasil!


Já caiu a ficha? Talvez nunca cairá...



Quem não conhece esse baixinho chamado Conca? Quem nunca parou para ver seus lances, dribles e jogadas magníficas? Quem nunca quis tirar uma foto com ele? Quem nunca quis tê-lo no time? Ele ficou marcado e assim permanecerá pra sempre. Esteve em todos os momentos importantes, desde os mais tranquilos aos mais tensos, e o Fluminense só tem a agradecer por tudo que ele fez. Quando a torcida tricolor precisava (e até quando não precisava), o maestro aparecia! (2008, 2009, 2010...) Esse argentino fez história, não só no Fluminense, como no Brasil inteiro. Quem não ficará com saudades de gritar e cantar "OLÊ OLÊ OLÊ OLA.. CONCA, CONCA"? Não importa o que acontecer (ou já aconteceu, né?), a torcida tricolor sempre será apaixonada por esse jogador que iluminava nossos corações e nos dava esperanças para lutar. Querendo ou não, ele era MEIO time. Um jogador que teve mais altos do que baixos, um jogador que mesmo não dando o seu melhor, nunca deixou o time de lado. Insubstitível é o adjetivo que mais se encaixa nesse momento.

É muito ruim darmos um "Até breve", assim, obrigados. Porém, digo em nome de cada tricolor: Desejamos ao pequenino tudo de bom que a vida possa lhe oferecer, por que ele merece. Se esse foi o caminho traçado, que seja com o objetivo de TOTAL felicidade.

Eu sei que o dinheiro não se compara ao nosso amor, e tenho certeza que o Conca também sabe.. Por isso, acredito que um dia ele voltará para nos abraçar de novo!


"VAI JOGAR BEM ASSIM LÁ NA CHINA"


Gracias Conca.. Nunca te olvidaremos! Fue el mejor del equipo!



Por Eduarda Iannuzzi

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Seres humanos







É muito fácil enxergar o outro como o vilão, né? Ninguém faz nada, ninguém erra, todo mundo é perfeito quando é para deixar o orgulho de lado e cair na real. Pois é. É assim mesmo, é difícil. Só que é bem melhor quando reconhecemos nossas falhas e tentamos deixar tudo bem, a vida fica mais clara e saudável. Precisamos parar para refletir sobre nossas atitudes e nos colocarmos no lugar do próximo. Tá, ninguém sabe como é realmente o mundo do outro, mas todos nós vivemos num mundo maior onde a gratidão e o respeito tem que vir em primeiro lugar. Hoje em dia, vejo que cada vez mais, isso não está acontecendo, preferem deixar que coisas inúteis interfiram nas relações pessoais e fazem dessas situações simples, atos complexos que acabam mudando toda uma história. Nem sempre as coisas são como nós pensamos, e por isso, não devemos tirar conclusões precipitadas, senão, acabamos na briga e na injustiça para/com o próximo. Temos que abrir a mente e sair do nosso eu, entrar no eu do outro e garantir que dali podem sair sentimentos bons, e que estamos, quase sempre, equivocados quando agimos de forma egoísta. O problema é que as pessoas são inseguras. O medo do outro não corresponder é mais forte que a vontade de não deixar que as coisas terminem. Veja só, eu mesmo ando passando por isso, uma decepção atrás da outra, e o pior, não por culpa minha. Eu tento alcançar a paz, mas parece que as pessoas não fazem questão dela. Preferem usar uma verdade fictícia a favor delas para atacar o próximo. O argumento é: Infantilidade e maluquice, mas sempre do OUTRO. Queria poder imaginar que a justiça tarda, mas não falha. Um dia eu já acreditei nisso. Mas e agora? Diante de tanta falsidade, quem é verdadeiro? Nós deduzimos por conta dos fatos e a injustiça é cada vez maior, assim conseguindo ultrapassar o limite de qualquer tipo de entendimento. Afirmo que é muito doloroso saber que essas coisas não só acontecem, como estão evoluindo a cada dia que passa. Se preocupar e se importar são verbos que já saíram do vocabulário da maioria do seres humanos. Pessoas como eu, erram, mas sabem que sempre erram com a intenção de acertar, e por isso, sofrem. Outras estão por aí julgando e botando a culpa na conta do histórico do outro, que na verdade, é o próprio histórico. Não vejo solução para quem não tem a capacidade de viver, e só pensa em existir. Alegria mesmo é só superficialidade, porque essas pessoas que se acham certas possuem uma tristeza profunda que impede a própria aceitação pessoal. Não posso deixar de citar a inveja (meio clichê), mas para ela, não precisa de explicação, literalmente.






Então, tem jeito? Já que não encontrei nenhum ainda, melhor eu seguir em frente, ignorando o que não me faz falta e continuar procurando, quem sabe um dia eu consiga decifrar esse enigma...








Por Eduarda Iannuzzi

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O desastre sem guerreiros


Fico aqui pensando, lamentando e tentando chegar a uma conclusão para descrever o motivo de estarmos eliminados. Reflito sobre várias coisas, chego a "n" probabilidades, mas no fundo eu não me conformo. Sabe por quê? Porque sou tricolor em toda terra! É muito ruim acabar com um sonho assim, digamos, "do nada". Um time que fez de tudo para chegar aonde chegou e fez de nada para seguir adiante. É um pesadelo? Cadê os guerreiros que estavam unidos, Fred? Em 90 minutos, aquela motivação entre time e torcida foram libertadas? (trocadilho).. Continuo sem acreditar! É como se passasse o filme da Libertadores 2008 novamente, mas de uma maneira mais rigorosa, porque fomos eliminados antes, sem jogar nada. Depois que tomamos o primeiro gol, estava sentindo algo muito pesado dentro de mim, queria confiar na classificação, porém, não confiava na raça dos jogadores, até porque, não tiveram. Eu lutava contra mim mesma. Parte de mim apoiava, e a outra parte ficava sem ação. É inadimissível uma história acabar desse jeito, ainda mais para o Fluminense. João de Deus nos abençoou sim. A falta de ajuda foi de todos os pseudo-guerreiros que entraram em campo ontem. Não adianta "passar a mão" em uns e outros, todos tiveram culpa. A mesma culpa da classificação contra o Argentinos Jrs! Não desabafo porque os odeio, ou então, porque odeio o Fluminense. Mas sim, porque estou extremamente decepcionada com o que presenciei ontem, depois de tudo que já conseguimos superar. Parabenizo pelas vitórias heróicas e critico quando faz por merecer derrotas amargas. O Fluminense procurou o que aconteceu. O desgosto não é por um todo, é por um quase-todo visto ontem. Apesar dos pesares, continuo amando o FFC da mesma forma. Castigaram o meu coração, mas o amor sempre fala mais alto. Fica aqui a minha súplica por um Fluminense constante quando for preciso, sem deslizes inimagináveis. A torcida tricolor não merece essas surpresas.


Não darei adeus aos momentos épicos, muito menos, deixarei que as mágoas permaneçam. E que venha o Brasileirão! O futebol continua...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Imortal



ARGENTINA? ARGENTINOS? PRAZER, FFC!


Mais um capítulo de uma virada e um jogo épicos? Está virando rotina! Quem poderia imaginar que o Fluminense conseguiria a classificação? Todos nós tricolores, é claro. Sabemos que o IMPOSSÍVEL e o IMPROVÁVEL não entra em nosso dicionário. Coitada da matemática mais uma vez, números não combinam com um clube tão mágico. O tricolor não é bom em matemática! Nem os tricolores. Não precisamos provar por A+B, os fatos já comprovam qualquer questionamento, nós somos EXCESSÃO. Não queiram comparar meros times de futebol com nosso time de guerreiros, nada se iguala a nossa força, garra e superação. Em campo sempre predomina a nossa honra. Brigas internas, mudança de ténico e Emerson são tão pequenos que nem conseguiram nos atrapalhar. Poderia ser tudo mais fácil, mais leve e ter menos cobrança, mas se fosse assim, não teria graça. Todos sabem, com o Fluminense tem que ser cardíaco, ser sofrido e ser único. Cada etapa entra para história com sucesso! A emoção que cada minuto proporciona é algo sem descrição. Não há limites para a nossa alegria. É como um sonho que não queremos acordar nunca. É uma mistura do real com o surreal, que as vezes nos perguntamos, como pode isso? Não precisamos entender, porque é para ser sentido. Para o futebol, existem momentos terrenos, para o Fluminense existem momentos terrenos abençoados por João de Deus. "Guerras" expostas e objetivos alcançados. Todos os raios podem cair no mesmo lugar! Será que além de desafiarmos a matemática, desafiamos a física? Só sei que a química entre jogadores e torcida fica cada vez mais garantida. Alguém ainda duvida que somos encantadores?






Saudações Tricolores!









Por Eduarda Iannuzzi



sexta-feira, 8 de abril de 2011

A carta insana do psicopata



Por Eduarda Iannuzzi


Em relação ao acontecimento desta quinta-feira (07/04), na escola de Realengo - Rio de Janeiro, estou solidária às vítimas e suas famílias. A dor é imensurável, imagino. A parte que mais me chocou foi a carta grotesca e totalmente sem noção. Não acredito que esse homem (Wellington) tenha sido um “lesado”, pois premeditou o assassinato de forma coerente, sem que ninguém desconfiasse. Porém, em sua carta, expressou total distúrbio em relação aos valores da vida. Não se sabe os motivos que ele tinha. Há relatos de que o bullying foi a causa para tanta barbaridade, mas nada concreto. O fato é que nenhum motivo justifica tamanha atrocidade. O passado de Wellington não tem ligação com o presente e não tem porque ter acontecido uma ação tão estúpida quanto essa. É totalmente inadmissível.

Na carta há expressões como “impuros não podem me tocar” ou então “nenhum fornicador ou adúltero poderá ter contato direto comigo”. Como uma pessoa tão má pode julgar os outros como impuros? Qual o significado de adúltero na cabeça desse marginal? E o pior, ainda pede para que Deus o perdoe. Então ele tinha a consciência do que iria fazer? Deixou bem claro. Existem lapsos de loucura, mas não é aquela loucura de não saber a gravidade da situação. Ele sabia tudo do antes, do meio e do fim. Só tem uma explicação: ele era psicopata. Essa doença é caracterizada por um desvio de caráter, ausência de sentimentos genuínos, frieza e insensibilidade aos sentimentos alheios. Por isso a manipulação do ocorrido foi feita com tanta falta de remorso. Essas disfunções cerebrais são consequências de um homem que não tinha amigos, era sozinho na vida, e sua compaixão só existia para/com os animais em que ele cita na carta: “os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar”, e ainda pede para que as pessoas tenham bom senso de ajudá-lo ao que se refere à utilização da sua casa como abrigo para eles.

A conclusão que chego ao ler essa carta é que os interesses em matar as crianças contradizem ao que ele pensava em relação à vida. Como tirar vidas de pessoas e querer proteger a vida de animais? Uma pessoa dessas não merece o perdão, tampouco ser defendida. Quantas almas estão em apuros por causa de um ato tão displicente? Quantas tristezas nos corações de parentes e de próximos que presenciaram os momentos? Um tiro na cabeça foi pouco para a sua morte, ele teria que sofrer muito mais nas mãos das pessoas inocentes, essas que tiveram perdas danosas e que possuem a sede de justiça. Lamento toda vez que penso sobre esse assunto. O que fica são os traumas eternos nas lembranças de todos e na história do Brasil.

domingo, 13 de março de 2011

Desfecho: Muricy


Eis que surge a chance do Muricy ser técnico do Fluminense. Que maravilha! Um técnico com a bagagem que tem, porque não ficar feliz? A contentação da sua chegada ao clube foi ovacionada por toda torcida tricolor. Um time com jogadores bons, um time entrosado e então, um técnico à altura. União perfeita! Depois disso, veio a proposta da Seleção Brasileira. Nossa, que desespero. Uma longa caminhada e 'novela' para o Muricy levar na marra todas as especulações e ficar, enfim, no Fluminense. Grana? Provavelmente. Mas deixando isso de lado.. Conquistamos o Brasil, como muitas vezes foi conquistado pelo Muricy. Tivemos erros decorrentes no campeonato inteiro, admito, mas fomos os melhores em campo e , principalmente, na arquibancada. Os desfalques e os erros de passe, os jogos 'mal' jogados e até os desvaneios internos.. Nada foi capaz de parar o FFC. Vibramos ao final do jogo contra o Guarani. Jogo sufocante, digno daquele grito engasgado.. Depois de tantos 'quases' passados na nossa história. Vide Libertadores e Sulamericana. Nosso sentimento foi ao auge e nossos agradecimentos foram emocionados. Obrigado(a), Muricy! Título merecido pelo conjunto. Grande momento! Assim, o ano acabou.. E começou. Carioca e Libertadores. O time embalado com a força e alegria de um momento marcante. Porém, tudo não passou de uma realidade repentina. O sonho foi, aos poucos, sumindo, e a dificuldade aparecendo. Vamos pular as partes que não foram significativas. Focando para as decisões, né? Muricy foi mostrando o seu desgosto, mas boa parte da torcida ainda acreditava, tinha esperanças, afinal, torcida de guerreiros. E foi indo, indo, indo.. E acabou "fondo". Imprensa atacando.. Puft! Ilusão à vista. Torcida iludida. Um técnico sem motivação, um time mal armado. Escalação patética e jogos sonolentos. Tão grave que acabou na demissão esperada de Muricy. Como se não bastasse somente a sua saída.. Ele foi capaz de sair de forma grotesca. Nos deixando numa situação, realmente, de crise. À beira do caos e sem uma explicação. A torcida que antes respeitava seu currículo e admirava seu trabalho. Hoje, xinga. Atitude incoerente vinda de um homem com caráter? Pois é, quem acreditava no profissionalismo do Muricy, acabou com um "tchau" muito ignorante e covarde. Será mesmo que ele é tudo isso que achamos? Ou só comanda time bom. E então, quando a situação está "preta", ele se omite e vai pra outro time bom? Está aí o ponto! É o ciclo. Assim é fácil ser técnico.. Através do dinheiro, o mundo do futebol é movido, simples. O problema é que não deveria ser do jeito que foi. O que antes ganhava gratidão, hoje ganha o desprezo. Ao mesmo tempo que nos deu alegrias, a tristeza permanece depois de todos os pesares. Que descuido, Muricy! Só que ele se esqueceu de uma coisa, o Fluminense é maior que ele. E nada é forte o bastante para nos derrubar! Que venha outro técnico, mas que respeite o nosso Fluminense e a TORCIDA MAIS BONITA DO MUNDO. Afinal.. "Na vida, tudo passa, só o Fluminense não passará jamais!"

Por Eduarda Iannuzzi